» Firmes como as sequóias de Deus
No extremo oeste da Califórnia, EUA, está o Sequoia National Park (Parque Nacional das Sequóias) e o Kings Canyon, onde se encontram as maiores e mais antigas árvores do mundo.
A sequóia é uma árvore que pode ultrapassar 3000 anos de idade, e atingir mais de 100 metros de altura. A maior de todas elas, a Sherman Tree, tem 3100 anos de idade e atinge a altura de um prédio de 27 andares. Seriam necessárias 20 pessoas adultas com os braços estendidos para circundar o seu tronco.
Entre os fatores que contribuem para a longevidade das sequóias está a assombrosa resistência que elas têm ao ataque de insetos, de enfermidades e do fogo.
Essas árvores me levam a uma reflexão sobre quanto tempo Deus investe no nascimento, no crescimento, na frutificação e na solidificação do ministério de seus servos. Uma vida inteira.
São homens e mulheres que Deus transforma em verdadeiras sequóias. São vidas provadas pelas tribulações, pelo exercício da fidelidade. Como aquelas gigantescas árvores, eles aprenderam a não temer o ataque dos insetos, das enfermidades e do fogo.
O convívio íntimo com Deus lhes ensinou a atravessarem humildemente verões, primaveras, furacões e invernos, sempre firmes no propósito de manterem-se fiéis a Deus e gastarem suas vidas na propagação do Evangelho.
O nome serra elétrica é mais proibido naquele parque do que o próprio nome Osama bin Laden. Os guardas florestais formam ali uma espécie de cinturão de segurança assegurando dia e noite a vida daqueles gigantescos monumentos do reino vegetal.
Proteção muito superior o Senhor Jesus Cristo dá a nós, seus servos, suas sequóias preciosas. Exércitos de anjos nos cercam de todos os lados de dia e de noite. As serras elétricas do poderio satânico estão severamente proibidas de entrar em nosso meio. Os gafanhotos do inferno (Ap 9.3,7), o vento da maledicência, o fogo e as calúnias dos filhos das trevas podem até irromper contra nós, mas não nos farão dano algum, pois “os que confiam no Senhor serão como o monte Sião, que não se abala, mas permanece para sempre” (Sl 125.1).
Pr Silas Malafaia
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